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CIA DANÇA E MÚSICA DE GUARAMIRANGA
Pessoas
02/06
Teatro José de Alencar
05 e 06/06
Teatro Dragão do Mar
Informações:::
(85) 99517032
fabioladpaula@hotmail.com
O espetáculo de dança Pessoas, convida você para um momento de contemplação harmoniosa e inquietante, onde a arte em movimento é a maior interlocutora para transcrever as poesias de Fernando Pessoa nas dobras do corpo.
E para apreciarmos melhor, o pensamento nietzcheano de que “o eu é só uma casquinha” é essencial para estimarmos as nuances deste espetáculo. Fernando Pessoa não só descobriu como também arrancou e nomeou algumas de suas cascas, chamando-as de Alberto Caeiro, Ricardo Reis, Álvaro de Campos entre outros.
O poeta e seus heterônimos, impregnados na agitação de silhuetas definidas que se fundem no meio de palavras soltas ao ar, deixando a escrita se elevar em fragmentos de sons ritmados, envolvendo-se nos passos e sobressaltos que se abrem como um lúmen.
Somos tantos em um. Um aglomerado de sensações cadenciadas e corriqueiras, que se misturam num cotidiano comprimido no ponteiro de um relógio, em atividades e confinamentos, é um tempo que passa pelos olhos e não deixa resíduos dos dias, das horas, do vento.
Este espetáculo abre portas e janelas para uma paisagem cheia de delicadezas destemidas; um convite para uma dança interna, que exige contemplarmos passo a passo, a solidão, a depressão, a melancolia, a alegria, o suspiro, o silêncio, o amor.
Pessoas, com direção de Fabíola de Paula Souza, traça a sinuosa e audaciosa trajetória das inúmeras personalidades do poeta Fernando Pessoa. É o paradoxo do ser.
::: Valorize e divulgue a dança cearense!!! :::
Repasse para os amigos
02/06/2007 Publicada por mirandacaru
Pessoas
02/06
Teatro José de Alencar
05 e 06/06
Teatro Dragão do Mar
Informações:::
(85) 99517032
fabioladpaula@hotmail.com
O espetáculo de dança Pessoas, convida você para um momento de contemplação harmoniosa e inquietante, onde a arte em movimento é a maior interlocutora para transcrever as poesias de Fernando Pessoa nas dobras do corpo.
E para apreciarmos melhor, o pensamento nietzcheano de que “o eu é só uma casquinha” é essencial para estimarmos as nuances deste espetáculo. Fernando Pessoa não só descobriu como também arrancou e nomeou algumas de suas cascas, chamando-as de Alberto Caeiro, Ricardo Reis, Álvaro de Campos entre outros.
O poeta e seus heterônimos, impregnados na agitação de silhuetas definidas que se fundem no meio de palavras soltas ao ar, deixando a escrita se elevar em fragmentos de sons ritmados, envolvendo-se nos passos e sobressaltos que se abrem como um lúmen.
Somos tantos em um. Um aglomerado de sensações cadenciadas e corriqueiras, que se misturam num cotidiano comprimido no ponteiro de um relógio, em atividades e confinamentos, é um tempo que passa pelos olhos e não deixa resíduos dos dias, das horas, do vento.
Este espetáculo abre portas e janelas para uma paisagem cheia de delicadezas destemidas; um convite para uma dança interna, que exige contemplarmos passo a passo, a solidão, a depressão, a melancolia, a alegria, o suspiro, o silêncio, o amor.
Pessoas, com direção de Fabíola de Paula Souza, traça a sinuosa e audaciosa trajetória das inúmeras personalidades do poeta Fernando Pessoa. É o paradoxo do ser.
::: Valorize e divulgue a dança cearense!!! :::
Repasse para os amigos
02/06/2007 Publicada por mirandacaru
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